quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Inocência
A procura das ruas escuras, de olhares perdidos.Encontrei em sua boca o mais doce refugio
Puro, verdadeiro e intenso.
Corrompeu meus pensamentos
Sou refém dos sentimentos
Que você acobertou
Quando olho para frente
O que vejo é só o presente
Os meus sonhos estão presos
Em seus medos sem correntes.
A procura de respostas, de placas e mapas.
Na direção do incerto, na esquina da duvida.
Entre a razão e a emoção
Enfrente a dor, ali de costas para a solidão.
Arrisquei seguir em sua direção
E por sorte você me achou.
Unidos pelo acaso dos que fazem à diferença
Amando de verdade sem medir as conseqüências
Você me encontrou e hoje noto sua presença
Amor hoje eu sou teu, de corpo, alma e inocência.
Luan Emilio Faustino 1 de Junho 0:09hs
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Das cartas que nunca mandei III - Video
Vocês votaram e como prometido o texto esta aqui agora em forma de vídeo, antes de qualquer coisa gostaria de agradecer a @jessynanda que me ajudou gravando e editando o vídeo, ficou meio escuro mas nada que uma luminária não resolva para um próximo video hehehe. Do mais espero que gostem e comentem suas impressões e sugetões para os próximos videos, ok? Sugiram temas, assuntos e formas de como fazer o video da próxima vez, eu ainda sou muito leigo no assunto. Mas ta ai! xD
Vc tbm encontra o video no YouTube http://www.youtube.com/watch?v=Rl2Syxx3xSE
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
O Risco
Eu corro o risco de me perder nas palavras que ainda hei de escrever, ser o portador das palavras que consola tantos é uma forma diferente de concluir que ja sofrera muitas dores. Eu sou marcado... E as minhas palavras nunca serviram para consolar a minha dor, pois quando elas são finalmente proferidas o mal ja esta feito.
Posso evitar que os mesmos erros ocorram, mas descubro a cada dia uma nova forma de errar, não é intencional, a maioria das vezes que errei foi tentando acertar, as demais errei consciente.
Eu corro o risco de acertar na minha próxima tentativa, ainda que a todas as anteriores me façam crer no oposto... Mas não posso simplesmente deixar de acreditar e assistir o meu passado sentenciando o meu futuro... Não quando sou juiz dos meus atos, réu de minha culpa e vitima de tudo aquilo que não merece perdão.
É preciso arriscar, se permitir e ver que se pode regar o jardim que trará as novas borboletas até mesmo com as lágrimas que foram produzidas quando as ultimas bateram asas.
Eu corro o risco de me perder nesse jardim, de me perder nas tentativas, nas palavras... E o risco eminente de me encontrar e não me reconhecer, ser um estranho para mim mesmo, não entender meus próprios atos.
Eu poderia viver para entender a vida, para entender os outros, ou mesmo para tentar me entender, mesmo sabendo que no momento em que as próximas palavras forem escritas, eu já terei vivido novos erros.
Mas tudo bem, pois se a vida me oferece riscos é porque tenho vida para oferecer.
Luan Emilio Faustino 15/12/09 - 16:35hs
domingo, 3 de outubro de 2010
Resultado da Enquete
Obrigado a todos que participaram da votação!!! Dentro de uma semana estarei postando o primeiro video aqui com o texto mais votado "Das cartas que nunca mandei -III", devido a votação expressiva dos poemas "Tarde Amarelada" e "Luto Solitário" aviso que eles também serão gravados em um segundo momento e postados aqui no blog. Quero aproveitar para agradecer a todos que seguem o blog com seu Twitter ou outro blog. Em menos de uma semana de blog tivemos cerca de 2000 visitas! Vlw mesmo por cada comentário gentil, por cada divulgação expontânea que vocês fizeram para os seus amigos, isso me estimula muito a continuar escrevendo e postando aqui pra vocês! sábado, 2 de outubro de 2010
Sobre o que eu sinto…
Não se trata do que eu acho
Do passado ou dos retratos
Não me cabe o julgamento
Nem querer negar os fatos
Não se trata do que acham
Se agrada ou não agrada
Sou imune a pensamentos
E tão frágil as suas palavras
Não se trata de carência
De pensar na existência
Não se trata de verdades
Que escondem evidências
Se sorrir hoje é pecado
Sou meu próprio santuário
Não sou anjo ou ser alado
Mas voava ao seu lado
Não se trata de querer
De insistir ou de ceder
Trata-se de encarar
O que todos negam ver
Não se trata de sonhar
Pois sonhar me faz sofrer
Quando neles não mais vejo
Os resquícios de você
Não se trata de pensar
Nem tão pouco duvidar
Não trata de esquecer
Pois negar é se perder
Não se trata mais de tempo
Nem do tolo sentimento
Não se trata de você
Trata-se do meu momento.
Luan Emilio Faustino 25 de janeiro de 2009
foto tirada por: @_junnyor
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Espero
Quando a busca chega ao fim...
A corrida dos solteiros perde um dos seus competidores,
Alguém que quer viver seus sonhos sem pressa,
Que entende que sentimentos e tempo serão eternos rivais.
Espero o momento certo de viver o incerto que o amor me trás.
A capacidade de sentir que me fora conferida
Enfim será devidamente valorizada.
Não busco alguém, busco um sentimento.
Se não o sinto, não o vivo.
E tudo que se cria nessa ausência
Torna-se vazio à medida que preenchemos com ilusões.
Aqui dentro de mim, você existe:
Sem face, sem nome,
És tão vivo quanto às pessoas erradas que meus lábios tocaram,
Vivo o suficiente para se fazer presente em meus pensamentos.
Você existe, eu sei que existe,
Posso sentir...
E talvez esteja a me procurar,
Mas se por ventura seus olhos cruzarem estes versos,
Se você me encontrar antes mesmo que eu a ti
Não digas nada,
Apenas olhe-me nos olhos para que eu possa ler em ti
O mais belo poema que ainda hei de viver.
Luan Emilio Faustino 27/03/2010 - 01:38h
A corrida dos solteiros perde um dos seus competidores,
Alguém que quer viver seus sonhos sem pressa,
Que entende que sentimentos e tempo serão eternos rivais.
Espero o momento certo de viver o incerto que o amor me trás.
A capacidade de sentir que me fora conferida
Enfim será devidamente valorizada.
Não busco alguém, busco um sentimento.
Se não o sinto, não o vivo.
E tudo que se cria nessa ausência
Torna-se vazio à medida que preenchemos com ilusões.
Aqui dentro de mim, você existe:
Sem face, sem nome,
És tão vivo quanto às pessoas erradas que meus lábios tocaram,
Vivo o suficiente para se fazer presente em meus pensamentos.
Você existe, eu sei que existe,
Posso sentir...
E talvez esteja a me procurar,
Mas se por ventura seus olhos cruzarem estes versos,
Se você me encontrar antes mesmo que eu a ti
Não digas nada,
Apenas olhe-me nos olhos para que eu possa ler em ti
O mais belo poema que ainda hei de viver.
Luan Emilio Faustino 27/03/2010 - 01:38h
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