sexta-feira, 22 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
Faça o que eu falo...
Ninguém melhor do que você para saber dos seus sentimentos e das suas ausências. As pessoas adoram dar conselhos e dizer o que você tem que fazer (mesmo quando você não pede opinião), o mais engraçado é que a maioria não segue os seus próprios conselhos. Já reparou? Quando vivem situações semelhantes, estas mesmas pessoas se contradizem, pois já não se valem mais da mesma razão de quem assiste a tudo apenas do lado de fora. Viver o sentimento intensamente é uma forma de contradizer (ainda que inconscientemente) a nossa própria razão. E como é bom, discordar de si mesmo de vez em quando.
Luan Emilio Faustino 19/07/2011 - 20:55h
sábado, 16 de julho de 2011
Do que não se pode fugir
E você percebe que tem alguma coisa errada quando o seu único plano se resume a não fazer planos, porque no fundo você sabe que quem não sabe o que procura não vê o que encontra. E que é difícil encontrar algo quando estamos perdidos e não conseguimos ver direito nem a nós mesmos. Então percebemos o quão ridículos somos nessas nossas tentativas de fuga, na qual fazemos papel de guarda e prisioneiros ao mesmo tempo e chegamos a conclusão de que o nosso destino se encontra justamente aonde nós escondemos para tentar evitá-lo.
“Eu nunca fui de acreditar em destino, até que um dia eu cheguei lá”
Luan Emilio Faustino 16/07/2011 19:21h
terça-feira, 12 de julho de 2011
domingo, 10 de julho de 2011
Manual da completa inabilidade
Chega um dia que a gente cansa desses “pra sempre” que duram apenas algumas semanas e desses “eu te amo” que já não dizem nada. Chega uma hora que tudo que a gente quer é poder gostar sem compromisso, sem projeções, sem restrições. Gostar de uma forma que não nos machuque e nem machuque os outros, pois já não temos mais o mesmo coração intacto de antes, estamos feridos, sangrando, com medo. Estamos tentando gostar da maneira mais segura, como se houvesse um limite invisível que ao se aproximar o nosso coração/cérebro (eu nunca sei quem é que fala nessas horas) nos dissesse: “Até aqui você pode gostar sem sofrer, dalí em diante é por sua conta em risco”. Ahhh... Quantas e quantas vezes respeitei essa tal barreira e fiquei parado quando tudo o que eu queria era poder superá-la. Quantas e quantas vezes eu rompi com a mesma barreira pela pessoa errada... Eu não sei, eu realmente não sei porque a gente complica tanto o que deveria ser simples. Às vezes tenho a impressão que eu peguei um desses manuais de como estragar tudo e o li em algum momento de minha vida. Como se o meu subconsciente seguisse categoricamente cada passo, cada ensinamento. A verdade é que eu não sou muito bom em lidar comigo mesmo, eu sou desajeitado e tropeço em meus próprios pensamentos e por vezes piso em sentimentos que eu nem sabia que estavam ali. De qualquer forma, prefiro lidar com essa minha inabilidade do que arriscar ficar aos cuidados da negligência dos outros. Claro que vez ou outra eu terei que abrir mão desse meu exclusivismo e deixar que outras pessoa além de mim me decepcionem. Afinal de contas, de que outra forma eu conseguirei abrir espaço para o novo, senão for arriscando de vez em quando um pouco dos meus sentimentos para os terrenos além de mim? Eu preciso mesmo é esquecer as fórmulas, atear fogo nos manuais, e me permitir renascer das cinzas. Eu preciso romper com as barreiras visíveis e invisíveis que se sobrepõem no meu caminho. Eu preciso de tanta, tanta, tanta coisa... Mas o essencial eu sei que tenho bem aqui comigo, aqui, onde ninguém pode tirar, onde o amor não é banalizado, onde o pra sempre ainda existe. Aqui, onde o sangue corre e pulsa em esperança, onde a perspectiva do amanhã me faz sorrir e as lágrimas do meu passado se evaporam, transformando-se em chuva, a chuva que limpa e toca a minha alma.
Luan Emilio Faustino 10/07/2011 – 15:15h
sábado, 9 de julho de 2011
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