domingo, 12 de fevereiro de 2012
É esse tolo instinto protetor que me faz cuidar dos outros e se esquecer de mim que acaba comigo. Não que a gente faça esperando algo em troca, a gente simplesmente faz porque nos faz bem cuidar do próximo. Mas até mesmo nós protetores uma hora precisamos de cuidados. É por isso que eu resolvi cuidar de mim, soa meio egoísta, eu sei, mas encaro isso como uma questão de sobrevivência. Até porque, se eu não começar a cuidar de mim, quem vai? Existem muitas pessoas que dizem: “você pode contar sempre comigo”, e poucas que atendem o telefone as três da manhã. É meio comum as pessoas sumirem quando a gente mais precisa, mas se eu cuidar de mim, eu estarei sempre lá para o que precisar. Não é fácil sabe... Eu tenho medo de me tornar uma pessoa egocêntrica, dessas que pensam apenas na própria felicidade e fazem qualquer coisa para consegui-la, inclusive machucar pessoas que assim como nós só queriam ser feliz. Mas por enquanto será assim, começo agora a cuidar mais de mim, para que em um amanhã eu possa estar inteiro e apto para cuidar de outras pessoas. Até lá, eu espero aprender a administrar melhor essa questão do cuidar e quem sabe conseguir cuidar dos outros sem deixar de cuidar de mim.
Luan Emilio Faustino
sábado, 11 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
O Eu que a Vida Comeu
Impressionadíssimo com a capacidade que a vida tem de me dizer que eu não sei nada sobre nada. Toda vez que acho que sei alguma coisa, ela vem e muda tudo de novo. Mas eu não deixo barato, vou lá e mudo também! E a gente fica nessa de improvisar mudanças até que chega uma hora em que nos tornamos dois estranhos. Eu, procurando a vida que havia em meu Eu e a vida procurando o Eu que se perdeu na vida. Mas um dia a gente se encontra, se esbarra, se bate, se cansa e se aceita, ou não. No fundo eu gosto de estar em constante busca pela vida. Não o tipo de busca convencional que nos leva a lugares comuns e frustrações, mas uma busca onde é preciso estar distraído para poder encontrar algo. O tipo de busca difícil, que nos faz sentir perdidos em meio a multidão, mas que de alguma forma inexplicável nos da força para seguir em frente.
“Eu sigo assim, comendo a vida pelas beiradas, na esperança de encontrar o Eu que a vida comeu”.
Luan Emilo Faustino 10/02/2012 - 20h36
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
O que há!
Tem sempre alguém mal amado pra dizer que você não é capaz e te olhar com olhos de desprezo. Alguém que vai te odiar gratuitamente pelo simples fato de você existir. Mas não se deixe abalar, simplesmente sorria e continue sendo você mesmo. Nada de se igualar, hein?! Fuja dos joguinhos que não te levam a lugar nenhum e foque na sua vida. Com sorte, um dia a pessoa percebe que esta no mesmo lugar, enquanto você esta crescendo porque não parou para olhar tantas vezes para o lado. Viver a própria vida é o que há!
Luan Emilio Faustino
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